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	<title>GESSO CRISTAL</title>
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		<title>ANTT proíbe a utilização da carta-frete</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 21:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RFLucena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) regulamentou o pagamento do frete, consolidando, dentre outras regras, a proibição da utilização da tão polêmica &#8220;carta-frete&#8221;. Anteriormente a Lei nº 11.442, alterada pela Lei 12.249, de 11 de junho de 2010, o pagamento do frete nas operações de transporte rodoviário era feito de forma livre, por meio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) regulamentou o pagamento do frete, consolidando, dentre outras regras, a proibição da utilização da tão polêmica &#8220;carta-frete&#8221;. Anteriormente a Lei nº 11.442, alterada pela Lei 12.249, de 11 de junho de 2010, o pagamento do frete nas operações de transporte rodoviário era feito de forma livre, por meio de dinheiro, cheque, depósito bancário, cartões pré-pagos e pela carta-frete, modalidade mais utilizada pelo mercado.</p>
<p>Com a efetivação da regulamentação do pagamento de frete, cabe agora a ANTT fiscalizar efetivamente essas operações, sendo que, durante os primeiros 180 dias de sua publicação, a fiscalização somente terá fins educativos, sem aplicação das sanções previstas, e recairão exclusivamente às empresas contratantes e os transportadores.</p>
<p>A operação da carta-frete caracteriza-se pela emissão de um documento simples, desprovido de permissão legal e é utilizado como &#8220;ordem de pagamento&#8221;. O transportador autônomo a utiliza para receber o valor nos locais indicados pelo contratante, no geral, postos de combustível credenciados ou vinculados. Estes, por sua vez, condicionam a disponibilização do dinheiro a aquisição de outros produtos e serviços, muitas vezes, praticando preço majorado para o combustível.</p>
<p>Agora, com a publicação da Resolução nº 3.658/2011 pela ANTT, o pagamento do frete somente por ser feito por meio de crédito em conta de depósito mantida pelo transportador autônomo em instituição bancária; e/ou por meio de pagamento eletrônico habilitado pela ANTT, consoante as regras estabelecidas no respectivo normativo.</p>
<p>Além disso, a norma traz punições claras para cada participante da operação, como por exemplo, a empresa contratante que não realizar o pagamento do frete dentro das regras estabelecidas estará sujeita a multa de 100% do valor do frete, com limitação mínima de R$ 550 e máxima de R$ 10.500. O transportador que não receber o frete na forma obrigatória estará sujeito a perder seu registro no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga) e pagar multa de R$ 550.<br />
<strong>Fonte: DCI</strong></p>
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		<title>Empresários da indústria do gesso vão à Alemanha</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 23:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RFLucena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto Cooperar une o nordeste brasileiro ao Estado Livre da Baviera na busca por soluções ecoeficientes de geração de energia. Uma parceria entre o Sindicato da Indústria do Gesso (Sindusgesso) de Recife (Pernambuco) e os Centros de Formação Profissional da Economia da Baviera &#8211; bfz (Beruflichen Fortbildungszentren der Bayerischen Wirtschaft GmbH) está unindo o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Projeto Cooperar une o nordeste brasileiro ao Estado Livre da Baviera na busca por soluções ecoeficientes de geração de energia.</em></strong></p>
<p>Uma parceria entre o Sindicato da Indústria do Gesso (Sindusgesso) de Recife (Pernambuco) e os Centros de Formação Profissional da Economia da Baviera &#8211; bfz (Beruflichen Fortbildungszentren der Bayerischen Wirtschaft GmbH) está unindo o Brasil e o estado do sul da Alemanha. Dois representantes do SENAI, além de proprietários e funcionários de empresas fabricantes de gesso filiadas a associações do segmento nos estados de Pernambuco e da Bahia realizaram visitas guiadas a empresas e institutos nas cidades de Munique, Gunzenhausen, Triesdorf e Maicha, de 17 a 20 de outubro, sob a orientação do representante da organização alemã, Martin Wahl. O objetivo era conhecer alternativas de geração de energia para a indústria de gesso brasileira.</p>
<p>Mais de 90% do gesso natural brasileiro vem do nordeste do País. Ele é extraído, depois queimado com a utilização de combustíveis fósseis e transformado em pedras e folhas de gesso e outros componentes de construção. Um dos maiores desafios para as indústrias é o alto consumo de energia envolvido no processo de queima do produto, que resulta em custos igualmente altos. Como alternativa, as empresas usam gás, madeira ou mesmo pneus velhos para gerar energia. Entretanto, as leis ambientais adotadas pelo Brasil recentemente têm pressionado as companhias a adequar seus processos de produção. Nesse contexto, as indústrias alemãs têm muito a contribuir com as parceiras brasileiras.</p>
<p>Durante dois dias de viagem, os membros da delegação assistiram a seminários e participaram de visitas guiadas. Os participantes puderam conhecer o processo de fabricação de picadores de madeira e a técnica de combustão utilizada nesse procedimento ao visitar a empresa especializada em sistemas de aquecimento alimentados por madeira, a Heizomat, da cidade de Maicha. Desta maneira, foi possível obter um panorama das energias renováveis utilizadas nos processos de produção industrial na Alemanha e das perspectivas para o futuro.</p>
<p>Novos projetos</p>
<p>A bfz orienta projetos no nordeste brasileiro desde 2004 e a Sindusgesso é a sua parceira mais ativa. A meta do novo projeto entre as duas instituições, o Cooperar, é, além de produzir gesso, oferecer a manutenção do mesmo na região de Araripina (Pernambuco) ao instalar uma máquina piloto da Heizomat em uma das principais fábricas do produto na região. A empresa brasileira passa a oferecer um novo serviço e a parceira alemã recebe, em troca, um campo de testes para o seu equipamento.</p>
<p>O projeto ainda prevê a qualificação da mão-de-obra local por meio de uma parceria entre o SENAI e o Programa SEQUA (programa alemão de fomento à formação profissional).</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Fonte: Brasil Alemanha News </em></strong></p>
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		<title>Cresce a utilização do gesso na construção civil</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 14:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A produção de gesso no Brasil ainda é pequena comparada a outros países A Chapada do Araripe é o berço de um dos minerais mais explorados no país, a gipsita, matéria prima para a produção de gesso. Ela ocupa uma área equivalente a 88 municípios de três estados nordestinos, Ceará (25), Piauí (46) e Pernambuco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="materia-letra" style="text-align: justify;">
<div>
<p><em><strong>A produção de gesso no Brasil ainda é pequena comparada a outros países </strong></em></p>
<p>A Chapada do Araripe é o berço de um dos minerais mais explorados no país, a gipsita, matéria prima para a produção de gesso. Ela ocupa uma área equivalente a 88 municípios de três estados nordestinos, Ceará (25), Piauí (46) e Pernambuco (17). Apesar da chapada está presente nestes estados, nem todos são produtores gesseiros.</p>
<p>O gesso é utilizado de várias formas, atualmente é observado o uso deste produto na agricultura, nas indústrias de jóias, cerâmica, automotiva, na medicina, na odontologia, entre outras, mas é para a construção civil que a maior parte dos produtos são escoados, apresentando uma ótima relação custo-benefício.</p>
<p>O Estado de Pernambuco é o maior produtor e um dos grandes responsáveis pela distribuição e fabricação deste precioso material, tais fatos se dão devido a sua reserva de gipsita que chega aos 2,8 milhões de toneladas, o que corresponde a 90% do gesso consumido em todo o país. O Pólo Gesseiro está localizado no epicentro do semi-árido nordestino e ocupa 8% do território pernambucano abrangendo cinco municípios (Araripina, Ipubi, Trindade, Bodocó e Ouricuri).</p>
<p>Existem atualmente na região do Araripe cerca de 400 empresas, entre mineradoras, calcinadoras e fábricas de blocos e placas de gesso, por todas estas características econômicas e geográficas é que o pólo gesseiro está classificado como um Arranjo Produtivo Local (APL) nas esferas governamentais e institucionais, produzindo 2,8 milhões de toneladas/ano, gerando cerca de 12 mil empregos diretos e 60 mil empregos indiretos, sendo considerado uma base econômica de forte influência nacional.<br />
O uso do gesso é algo recente no Brasil. Anualmente são consumidos cerca de 13 kg de gesso por habitante, número pequeno comparado ao Estados Unidos que chega a utilizar aproximadamente 103 kg e a Europa com 75 kg. Um desafio constante deste setor é mostrar as vantagens de utilização do gesso que alia praticidade, versatilidade e segurança a custos inferiores ao dos produtos substitutos.</p>
<p>Atualmente os empresários da cadeia produtiva gesseira sentem a necessidade de mostrar ao seu público-alvo que além da boa relação custo-benefício, citados acima, há outros fatores pouco conhecidos responsáveis pela alta utilização do gesso em outros países.<br />
Desta forma, foi possível enxergar uma oportunidade de ampliação do seu market-share através da oferta do Sistema Construtivo em Gesso, com o objetivo de oferecer um produto de qualidade, conforto e resistência igual ou superior ao encontrado no mercado.<br />
Foi então que por meio de uma parceria firmada entre Sindicato da Indústria do Gesso do Estado de Pernambuco (Sindugesso) e o Sebrae, firmou-se um convênio de cooperação técnica com o ITEP &#8211; Instituto de Tecnologia de Pernambuco para construção de um protótipo da casa de gesso, realização de ensaios nos produtos de gesso e no sistema construtivo e elaboração de um manual construtivo em gesso.</p>
<p>Fonte: Sebrae</p>
</div>
</div>
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